Leitura Espiritual partilhada

As quatro noites da Salvação

500xPara os cristãos, a noite da Páscoa é o coração da história da salvação. Dela derivam todos os dons e nela somos capazes de ver as maravilhas do amor de Deus. Mas, porque é que esta noite é diferente das outras noites? Bruno Forte ajuda-nos com este livro a responder a esta pergunta, tendo em conta a bênção das quatro taças (quidush) da tradição hebraica. 

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“Se não vos tornardes como esta criança” de Hans Urs Von Balthasar

300xO Padre e memorável Teólogo católico Hans Urs Von Balthasar, autor de vastos e eminentes escritos, redige, já no final da sua vida, uma pequena obra espiritual intitulada Se não vos tornardes como esta criança.

O Teólogo presenteia-nos com um belíssimo itinerário espiritual, constituído por sete breves meditações sobre a condição fundamental de ser criança. Este carácter de ser criança, ser-filho, é sempre apresentado e desvendado na relação continua com o Pai, tal como aconteceu com Jesus, o Filho Primogénito, e como sucede em cada criatura humana que possui uma «identidade arquetípica» com a inconfundível unidade do amor divino e humano.

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O Sonho de José (Mt 1, 18-25) ─ Porque não queria José receber Maria sua esposa?

O Dr. Custódio de Matos da Costa, casado, com três filhos e seis netos, antigo aluno do Seminário Menor da Diocese de Viseu (São José, em Fornos de Algodres),CUSTODIO COSTA O Sonho de José licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, juiz desembargador jubilado do Tribunal da Relação de Coimbra, licenciado em Direito Canónico pela Pontifícia Universidade de Salamanca, juiz do Tribunal Diocesano de Viseu para causas de nulidade matrrimonial, e licenciado em Ciências Religiosas pelo Instituto Superior de Ciências Religiosas à Distância de Cumilhas, Madria, pólo de Aveiro, oferece-nos um texto de 28 páginas no qual procura responder à pergunta "Porque não queria José receber Maria sua esposa?".

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Poder. Uma força sedutora

Poder Anselm GrunPartindo de dados bíblicos, antropológicos e históricos, Anselm Grün aprofunda o poder de Deus e o poder do homem, analisando a face obscura do poder que deriva em abuso e também o que ele tem de bom e que precisa ser exercido para o cumprimento da justiça.

A vivência justa do poder encontra-se na pessoa de Jesus que, na Igreja, deixou a diaconia ou serviço em contraposição à potestas imperial. o autor ajuda-nos a analisar as diversas formas de poder ─ matéria, origem, maioria, conhecimento, sentimentos, função, contactos, convicção ─  e os locais em que as mesmas se exercem com proveito ou como malefício ─ casa, mercado, castelo, templo. Através destas formas e naqueles locais, exista um poder bom que convence os outros de uma crença que é saudável, mas há também um exercício do poder que assusta e manipula as pessoas.

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A Santa Missa, Comentário espiritual da celebração

Autora: Anna Maria Cànopi
Editora: Secretariado Nacional de Liturgia, 2021

A Missa é a fonte, o centro e o ápice da missão da Igreja e de cada vida cristã. Quem participa conscientemente na Missa tem uma experiência vital de oração, de perdão recebido e oferecido, de escuta da Escritura e de verdadeira comunhão com Deus. 

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Quem Vigia o Vento Não Semeia

Quem-Vigia-o-Vento-Nao-Semeia“Pode ser que Deus pertença ao domínio do impensável, mas não ao domínio do indizível”José Augusto Mourão, especialista em Semiótica, Hiperficção e Cultura, deixou-nos um belíssimo conjunto de textos homiléticos, onde pouco a pouco vai sendo construída uma tela multicolor de uma beleza que expressa verdade. 

De uma forma subtil, mas extremamente profunda, o Padre Dominicano apresenta-nos a Palavra de Deus como uma respiração e um gesto que dá vida às comunidades, tendo em conta a docilidade do Espírito Santo que habita em nós. Numa linha criativa, expressa a linguagem religiosa, como uma lente do invisível que nos mostra a diferença entre o verdadeiro e o falso. A Sagrada Escritura precisa de ser lida como uma “língua que se renova incessantemente para que a vida se diga”. 

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«Sermão para quem adormece na igreja»

Jonathan Swift, Sermão para quem adormece na igreja, Lisboa: Universidade Católica Editora, 2017.   

Uma passagem insólita do Livro dos Actos dos Apóstolos (Act 20, 9) é o mote para um sermão carregado de ironia e criatividade onde, apesar da simplicidade da linguagem, encontramos uma grande densidade de significados. Jonathan Swift (1667-1745), autor da conhecida obra de ficção "As Viagens de Gulliver", dirige este sermão diretamente ao ouvido de cada cristão. É que “desde o seu púlpito, um pregador não poderá olhar em redor sem deixar de observar aqueles que ali estão”.

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